terça-feira, 28 de julho de 2009

Escrever... por quê?

"Nas longas noites de insônia e nos dias de desânimo, aparece uma mosca que fica zumbindo dentro da cabeça da gente: 'vale a pena escrever? Será que as palavras sobreviverão em meio aos adeuses e aos crimes?'...

...As pessoas escrevem a partir de uma necessidade de comunicação e de comunhão com os outros, para denunciar aquilo que machuca, e compartilhar o que traz alegria. As pessoas escrevem contra sua própria solidão e a solidão dos demais porque supõem que a literatura transmite conhecimentos, age sobre a linguagem e a conduta de quem a recebe, e nos ajuda a nos conhecermos melhor, para nos salvarmos juntos." - Eduardo Galeano

Vi esse texto do Eduardo no meu livro de Português, e fiquei pensando: por que REALMENTE as pessoas escrevem? O que nos leva a escrever, pensar nas palavras, arrumá-las gramaticalmente e colocá-las em algum lugar? Claro, desejo de se expressar, compartilhar. Mas deve ser mais que isso... TEM DE SER mais que isso. Ainda não cheguei a uma conclusão exata, mas penso que escrever é muito mais do que se expressar e compartilhar sentimentos. É recordar. Escrever é eternizar um sentimento, e não importa quanto tempo ele vai durar gravado em tal lugar, mas ele foi gravado um dia. Foi SENTIDO. E se reencontrado, será LEMBRADO. Escrever é como cantar, pintar um quadro, dançar. Pra quem gosta, é a melhor coisa a fazer. E não importa quantos erros gramaticais a pessoa possa cometer, não importa se o que ela diz, pensa, sente, não condiz com suas palavras. Não importa se é redundante, é estúpido. É se expressar. É conhecer. E voltando às palavras do Eduardo, é NOS CONHECERMOS, para nos salvarmos. Okay, leiam e esqueçam ou simplesmente ignorem esse texto, se não forem viciados na Língua Portuguesa como EU SOU. HAHA, beijos! ;*

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Quando você pensa que acabou...

...tudo volta como se nunca tivesse passado. Uma fase ruim, um momento constrangedor, um dia triste, um choro, sentimentos passados, uma briga. Quando você pensa que isso terminou, e que você finalmente está em paz pra VIVER, a vida dá a volta e te pega na primeira esquina. É quando você acha que aquilo NUNCA vai acontecer, mas acontece. O mundo realmente dá voltas. E sempre volta pra te destruir quando está cansado de rodar. Super dramático, eu sei. Mas eu já sou extremamente dramática normalmente, e esse sentimento de nostalgia, de perda, só acentua o adjetivo. É como se você demorasse a encontrar uma coisa, um estado em que você está bem, mas se dá conta de que está faltando algo. E o que seria? Aquilo que você deixou, o que você desprezou, o que pra você nunca teria sentido, nunca FARIA SENTIDO. Mas agora faz. Tarde demais? Talvez não, pra quem luta por batalhas perdidas. Mas o orgulho às vezes supera minha vontade de lutar. E o medo me envolve. Medo de estar sendo estúpida, de estar confundindo tudo, de errar novamente e magoar e magoar-se outra vez. Medo de deixar tudo outra vez, num impulso idiota, conselho infeliz, influência alheia. Eu sempre achei que confundia muito as coisas. E nunca me enganei. O que fazer? Recuar, continuar vivendo sem tocar no assunto, escutar músicas diferentes, mudar a forma de agir pra que o pensamento não viaje até onde ele não deve ser visto? Ou ir em frente, tentar, com coragem lutar, com a possibilidade enorme de levar o bruto tapa do destino? Muitas perguntas, poucas respostas, nenhuma vontade de respondê-las, extintos sentimentos de curiosidade. O que resta é viver, viver e ver no que vai dar. A vida é BEM MELHOR quando ela te surpreende. Espero que seja uma boa surpresa...

domingo, 19 de julho de 2009

Dia dos anjos sem asas...


Como todos têm seu dia especial, não poderia faltar este. O dia dos anjos, nossos anjos sem asas, nossos AMIGOS. O dia da amizade pode ser um dia completamente normal pra muitos, mas pra mim, que tenho os melhores amigos desse mundo, é dia de comemoração! Comemoração por ter encontrado pessoas maravilhosas, que fazem minha vida ser mais DIVERTIDA, alegre, e completa. Eles sempre estão presentes em nossas vidas, mesmo que por internet ou telefonema. Meus amigos moram todos longe de mim, mas embora estejam longe fisicamente, estão sempre perto do meu coração. Brigamos, como todos os amigos, mas nossa amizade sempre é maior, vencendo a inveja e os desendendimentos. Esse dia é o dia em que devemos comemorar com nossos amigos, e agradecer por esses ANJOS existirem. Irmãos fora de casa, partes da nossa alma e coração! AMO vocês, amigos, obrigada por existirem, e fazerem minha vida ser MELHOR. <3

Meet ME!


Giselle Freitas Valadares, originalmente morena, falsamente ruiva. Olhos castanho escuro, 1.60 de altura, 40 quilos. Piercing no umbigo, sorriso no rosto e ideias mirabolantes na cabeça. Nascida em 14 de Novembro de 1992, no Rio de Janeiro. Chocólatra, ama escrever (!) e não vive sem algo pra ler ao lado da cama, nem que seja uma revista de fofocas. Movida a música, dança e amor. Apaixonada pela vida, ainda que a mesma consiga ser extremamente ingrata. Ciumenta, egoísta e invejosa. E ao mesmo tempo, carinhosa, altruísta e caridosa. Ama os animais, em especial seus cachorros Luck e Anitta. Chora com filmes de comédia, ri de piadas sem graça, nunca está satisfeita com o que tem. Sonhos grandes e minúsculos a realizar, que ela leva todo os dias pra cima do travesseiro, na esperança de um dia acordar e descobrir que eles não são mais sonhos. Por que o texto na terceira pessoa? Porque odeio descrições, rótulos, e ainda mais sobre mim mesma. Mas às vezes é necessário ROTULAR um pouco pra que se possa mudar coisas que não são agradáveis, e talvez, me amar um pouco pelo que EU SOU. É isso, a vida é uma eterna aventura, e com as derrotas, aprendemos a VENCER. Belo clichê, não? Mas ainda existem alguns clichês totalmente verdadeiros. Estou vivendo minha vida intensamente, ainda que a ache muito parada, sabe. Mas tudo no seu tempo. Isso é VIVER, isso é aprender, e é isso o que faço e vou continuar fazendo... learning to live.

Learning to live

Okay, começando meu blog, finally. O que dizer agora? Saber o que dizer sempre exigiu um grande esforço do meu cérebro. Mas com caneta e papel a postos, ou um computador disponível, palavras surgiam, e nunca safavam-se das minhas mãos e pensamento ágeis. Ainda não se safam, embora toda imaginação tenha suas falhas. Sempre escrevi em diários desde pequena, com o único propósito: pegar aquilo e ler depois de um tempão, e relembrar coisas que o tempo me fez esquecer, mas que ficaram ali eternizadas. Porém, um blog exige uma certa coragem, pelo fato de que todos podem ler suas declarações, como se roubassem a chave do seu diário e arrancassem as páginas mais importantes. Mesmo assim, eu sempre gostei de escrever, e que as pessoas gostassem do que eu escrevo. Então, isso deixou de me incomodar e cá estou eu, depois de SÉCULOS dizendo e repetindo mentalmente que iria começar esse blog. As palavras eram esquecidas com a mesma frequência que eram ditas. Not anymore.